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Agendar pelo WhatsappO transplante capilar corporal, também conhecido como Body Hair Transplant (BHT), é uma técnica em que pelos de outras áreas do corpo são utilizados para complementar o transplante no couro cabeludo.
Na Clínica Regis, essa é uma alternativa reservada para casos selecionados, principalmente quando a área doadora capilar é insuficiente e o planejamento cirúrgico exige fontes complementares de enxerto.
O tratamento começa com uma avaliação médica detalhada para entender se os pelos corporais realmente podem contribuir para o resultado esperado. O processo envolve:
Como se trata de uma técnica mais específica, a indicação é sempre feita com bastante critério, considerando rendimento, textura dos fios e objetivo estético.
O transplante capilar corporal pode ampliar as possibilidades cirúrgicas em pacientes que não têm área doadora capilar suficiente para atender sozinha à demanda do caso. Principais benefícios
O principal valor dessa técnica não está em substituir o transplante convencional, mas em funcionar como apoio quando a estratégia do caso pede uma abordagem mais ampla.

O transplante capilar corporal pode ser indicado para pacientes com limitação de área doadora no couro cabeludo e necessidade de enxertos complementares.
Costuma ser considerado em casos de:
A indicação é altamente individualizada. Nem todo paciente com perda capilar será um bom candidato ao BHT, já que a decisão depende da disponibilidade de pelos corporais e da compatibilidade deles com o resultado que se deseja construir.
Não. Ele costuma entrar como recurso complementar, principalmente quando a área doadora capilar sozinha não é suficiente para o planejamento do caso.
Geralmente em casos de calvície mais extensa, limitação da área doadora tradicional ou necessidade de reforço de enxertos dentro de uma estratégia cirúrgica mais complexa.
A indicação depende da avaliação médica, mas a técnica pode considerar pelos de regiões corporais compatíveis com o objetivo do transplante. O ponto principal não é apenas “ter pelos”, mas entender se eles fazem sentido para o resultado esperado.
Nem sempre. Como os pelos corporais têm características diferentes, a decisão de usá-los precisa ser estratégica. O objetivo não é simplesmente preencher área, mas complementar o caso com coerência estética.
Não. A indicação é bastante criteriosa e depende da qualidade dos pelos corporais, da necessidade real do caso e da compatibilidade entre esses fios e a área que será tratada.
Em geral, não. Ele costuma ser pensado como alternativa complementar, e não como primeira opção para a maioria dos pacientes.
Não necessariamente. A disponibilidade de pelos corporais varia muito de pessoa para pessoa, e isso influencia diretamente a viabilidade do tratamento.
Não é o mais comum. O transplante capilar corporal tende a ser mais relevante em casos que exigem um planejamento cirúrgico mais avançado e individualizado.
Sim. Ele costuma fazer mais sentido justamente quando entra como parte de uma estratégia combinada, e não como solução isolada.
Quando a técnica é usada porque realmente há limitação da área doadora capilar e compatibilidade dos pelos corporais com o objetivo do transplante, ela passa a ter valor estratégico real e não apenas função de “último recurso”.
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