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O fio de PDO é um procedimento estético utilizado para promover sustentação e estímulo de colágeno em áreas que apresentam flacidez ou perda de firmeza.
Na Clínica Regis, ele é indicado com critério médico e entra como parte de estratégias voltadas ao rejuvenescimento natural, com foco em melhora de sustentação sem perder leveza e naturalidade no resultado.
O tratamento começa com avaliação da pele, do grau de flacidez e das áreas que podem se beneficiar do uso dos fios. Além do efeito de sustentação, os fios também fazem parte de estratégias que buscam melhorar a qualidade da pele ao longo do tempo.
OO fio de PDO pode contribuir para a melhora do contorno e da firmeza da pele de forma progressiva. Principais benefícios
É uma opção interessante para pacientes que buscam melhora estrutural sem mudanças exageradas na expressão facial.

O fio de PDO pode ser indicado para pacientes com flacidez leve a moderada e perda de sustentação em regiões específicas do rosto ou do corpo. Costuma ser indicado para:
A indicação depende da avaliação médica, porque nem toda flacidez responde da mesma forma a esse tipo de tratamento.
Não. Ele não substitui uma cirurgia, mas pode ser uma boa alternativa para pacientes com flacidez leve a moderada que buscam melhora de sustentação sem partir para uma abordagem cirúrgica.
Ele pode ter uma percepção inicial, mas o tratamento também entra em estratégias de estímulo de colágeno, então parte do resultado evolui de forma progressiva.
Não. A resposta depende do grau de flacidez, da qualidade da pele e da área tratada. Em alguns casos, ele funciona muito bem; em outros, pode precisar ser combinado com bioestimuladores, tecnologias ou até outra proposta terapêutica.
Essa é uma dúvida comum, porque os dois podem conversar entre si. Em geral, o fio tende a entrar mais quando se busca sustentação em áreas específicas, enquanto o bioestimulador costuma trabalhar mais a qualidade e firmeza global da pele. A avaliação define o que faz mais sentido.
Quando a indicação é boa e o planejamento é bem feito, não. O objetivo é melhorar contorno e sustentação sem criar um resultado marcado ou rígido.
Não necessariamente. Dependendo da indicação, também pode ser considerado em outras áreas que apresentam perda de firmeza e sustentação.
Sim. Em muitos casos, ele faz parte de um plano combinado com bioestimuladores, toxina botulínica, preenchimento ou tecnologias, para entregar um resultado mais completo.
Pode, mas isso depende muito da queixa principal. Para alguns pacientes, ele é uma ótima escolha. Para outros, existe um caminho melhor para começar, com base na qualidade da pele e no objetivo estético.
Pode cumprir os dois papéis, dependendo do caso. Em alguns pacientes, entra como estratégia de prevenção da perda de sustentação. Em outros, como correção de sinais já mais perceptíveis.
Indicação correta, escolha certa da área tratada e coerência no planejamento. Ele funciona melhor quando é usado para a necessidade certa, e não como tentativa de resolver sozinho tudo o que incomoda no envelhecimento facial.
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