Agende sua consulta
Seu caso não precisa de promessa. Precisa de diagnóstico preciso e tratamento que entregue resultado
Agendar pelo Whatsapp
A fisioterapia pélvica é uma abordagem voltada ao cuidado da musculatura do assoalho pélvico, com foco em função, conforto íntimo e qualidade de vida.
Na Clínica Regis, ela integra a área de Saúde da Mulher como uma frente importante para pacientes que apresentam queixas funcionais, desconfortos íntimos ou alterações relacionadas ao pós-parto e à saúde pélvica.
O tratamento começa com avaliação individualizada para entender a queixa, a função muscular da região e o impacto do quadro na rotina da paciente.
A proposta é conduzir o cuidado de forma personalizada, respeitando o diagnóstico e a necessidade funcional de cada paciente.
A fisioterapia pélvica pode ajudar a melhorar função muscular, controle e conforto íntimo de forma progressiva. Principais benefícios

A fisioterapia pélvica pode ser indicada para mulheres que apresentam alterações funcionais da região íntima ou precisam de suporte especializado para a musculatura pélvica.
Pode ser indicada para:
A indicação depende de avaliação individual, para definir a estratégia mais adequada e o melhor plano de acompanhamento para cada caso.
Não. Embora essa seja uma indicação comum, ela também pode ser útil em casos de flacidez da musculatura pélvica, dores na relação, desconfortos íntimos e recuperação funcional no pós-parto.
Essa é justamente uma das vantagens da avaliação. Muitas queixas íntimas se parecem, mas não têm a mesma origem. Em alguns casos, o foco principal está na musculatura pélvica; em outros, a questão é hormonal, ginecológica ou combinada.
Sim. Quando a dor tem relação com tensão, fraqueza, disfunção muscular ou alteração funcional da região pélvica, a fisioterapia pode fazer parte de uma estratégia importante de cuidado.
Sim. O pós-parto é uma fase em que muitas mulheres percebem mudanças no controle urinário, na força muscular e no conforto íntimo, e a fisioterapia pélvica pode ser uma aliada importante nessa recuperação.
Não. Em muitos casos, elas se complementam. A escolha entre usar uma abordagem isolada ou combinada depende da avaliação, do tipo de queixa e do plano terapêutico definido para a paciente.
Não. Mulheres em diferentes fases da vida podem se beneficiar, inclusive no pós-parto, em casos de dor, flacidez, perda urinária ou outras alterações funcionais da região íntima.
Pode. A fisioterapia pélvica não se limita ao controle urinário. Ela também pode ser indicada quando o impacto principal está em desconforto íntimo, função muscular e qualidade de vida.
Não. A proposta é justamente o contrário: conduzir um plano personalizado, de acordo com a queixa, o diagnóstico funcional e o momento da paciente.
Quando os sintomas começam a afetar rotina, bem-estar, vida íntima ou segurança corporal. Quanto antes a queixa é entendida, maior a chance de organizar uma estratégia mais precisa e evitar adaptação ao desconforto.
Diagnóstico correto, plano individualizado e continuidade. O tratamento tende a ter mais valor quando não é tratado como algo genérico, mas como uma intervenção funcional ajustada à realidade de cada paciente.
Seu caso não precisa de promessa. Precisa de diagnóstico preciso e tratamento que entregue resultado
Agendar pelo Whatsapp