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A cirurgia de lipoenxertia é um procedimento que utiliza a própria gordura do paciente para restaurar volume, melhorar contornos e contribuir para a qualidade dos tecidos em áreas que pedem reposição mais natural.
Na Clínica Regis, a lipoenxertia entra como uma abordagem cirúrgica indicada de forma criteriosa, dentro de um planejamento individualizado e com foco em resultado equilibrado.
O procedimento envolve a retirada de gordura de uma área do corpo, o preparo desse material e a reaplicação na região que será tratada.
A proposta é usar um recurso do próprio organismo para promover correção volumétrica e melhora de contorno com integração mais natural aos tecidos.
A lipoenxertia pode oferecer ganhos estéticos e estruturais quando bem indicada. Principais benefícios
É uma alternativa interessante para casos em que a reposição de volume precisa ser feita com material autólogo e planejamento cirúrgico mais refinado.

A cirurgia de lipoenxertia pode ser indicada para pacientes que precisam de reposição de volume ou melhora de contorno em áreas específicas.
Costuma ser indicada para:
A indicação depende da avaliação médica, que considera a área a ser tratada, a disponibilidade de gordura doadora e o objetivo funcional ou estético do procedimento.
Não. Embora os dois possam ser usados para restaurar volume, a lipoenxertia utiliza a própria gordura da paciente ou do paciente, enquanto o preenchimento segue outra lógica de produto e indicação.
Ela costuma fazer mais sentido quando existe necessidade de reposição de volume com uma abordagem mais biológica, usando material do próprio corpo e com planejamento cirúrgico mais individualizado.
Não. A indicação depende da área tratada, da qualidade dos tecidos, da disponibilidade de gordura doadora e do tipo de resultado que se deseja alcançar.
Sim. Esse é um dos pontos mais interessantes do procedimento, porque permite trabalhar com um material autólogo, integrado ao próprio organismo.
Não necessariamente. Ela também pode entrar em casos em que a necessidade envolve correção de contorno ou melhora estrutural de determinada região, desde que haja indicação adequada.
A decisão depende da área, da quantidade de volume a ser reposta, do objetivo estético ou funcional e da estratégia cirúrgica mais coerente para o caso.
Sim. Em muitos casos, ela pode fazer parte de um plano mais amplo, associada a outras abordagens cirúrgicas ou estéticas, conforme a necessidade da região tratada.
Pode ficar bastante natural quando a indicação é boa e o planejamento respeita proporção, contorno e necessidade real de volume.
Não. É preciso avaliar se existe área doadora adequada, se o quadro clínico permite o procedimento e se a proposta faz sentido para o objetivo da paciente ou do paciente.
O que faz diferença é a coerência do caso: volume certo, área certa, técnica certa e expectativa bem alinhada. Quando isso acontece, o procedimento tende a entregar um resultado mais integrado e proporcional.
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